domingo, 11 de abril de 2010

E tudo era possível

A minha infância

Quando era pequena, tudo para mim era brilho!
Havia paz, harmonia e sobretudo alegria!
Que entusiasmo eu sentia
Quando ia para o jardim brincar!

Depois, já cansada,
Ia para a cama
Ouvir a canção do João Pestana.

Os dias de Verão eram belos!
Brincava na praia,
Fazia castelos na areia,
Colhia o sol e a maresia.

Já sou adolescente,
Mas nunca vou perder
A ternura e a magia
Dos meus tempos de criança!

Ana Catarina, 7º1



E tudo era possível
Quando eu era criança.
Tudo era extraordinário,
Tudo podia fazer,
Era livre!

Com o tempo,
Tudo isso foi desaparecendo…
A responsabilidade cresceu comigo,
Mas, ainda assim,
Sou feliz.

João Pedro, 7º1



E tudo era possível
Na minha infância!
Quando eu fui criança,
Brinquei, saltei e ri.
Tive sonhos coloridos.

Pintei sonhos,
Fiz amigos,
Inventei canções,
Cantei números,
Disse letras,
Brinquei...

Chegava o mês de Dezembro,
Ficava tudo branquinho,
Os sininhos tocavam docemente,
E o Pai Natal distribuía presentes.

Era possível ver,
No olhar da criança,
A alegria de viver,
A vontade de crescer.

Sonho todos os dias
Com o meu tempo de menina,
As saudades que deixou…

Catarina Isabel Sobral, 7º1


E tudo era possível,
era só querer:
uma boneca, uma bola,
calçado e bijutaria!
Parecia assim tão simples,
Mas era preciso esforço e sacrifício
para fazer feliz uma criança…
Agora, é só desejar,
basta estalar os dedos
e tudo cai do céu como por magia!

As pessoas fazem com que pareça fácil
Satisfazer a ambição de que todos nós sofremos!

Catarina Magalhães, 7º1


A Minha Infância

Num dia especial,
Nasceu um grande bebé
Não só grande em tamanho,
Mas também em carinho.

Naquele fim de tarde,
Voltou a acender-se uma chama,
Uma chama da vida,
Que se tinha apagado após um falecimento.

Sonhei que podia conquistar tudo,
O Mundo, o Universo.
Sonhei vencer tudo e todos,
Ser o melhor.

Cresci e acordei
Percebi que não podia ser assim.
Nem tudo pode ser nosso,
Nem tudo é bom.

Os sonhos, agora já são outros,
Mais realistas, talvez!

Rui Araújo, 7º1



A minha infância


Quando eu era menina,
Ainda com as minhas bonecas ao colo,
Passeava com aquela alegria ingénua
De não ter responsabilidades.
Podia viver sem compromissos…
Podia ser eu…. Assim…
Viver descontraída,
Podia falar sem medos,
Dizer o que pensava!
Era maravilhoso brincar com os meus amigos,
Pegar nos meus brinquedos e sair com eles à rua.
Vestir, pentear, acariciar as minha bonecas.
Recordo os belos momentos que passamos juntas.
Depois, cresci.
Larguei os meus brinquedos,
Fui para a escola,
Aprendi a ser uma menina responsável,
Vivi os meus primeiros compromissos.
Mas nem tudo se foi ….
Recordo ainda os momentos maravilhosos que passei!
Lembro-me como se fosse ontem…
Agora, já sou uma adolescente,
Já sei o que é a vida, já sei muitas coisas,
Mas sei que ainda tenho muito para aprender!

Patrícia, 7º3



A minha infância

Eu já fui criança.
Tinha brinquedos e animais,
Bolas e muitos berlindes,
Muito amor e felicidade.
As saudades dos bolinhos da avó,
As brincadeiras do meu avô.
As histórias que a minha avó contava,
As caminhadas ao monte com o avô,
Apanhávamos lenha e passeávamos as ovelhas.
As saudades de subir as árvores!
Cresci!
Os brinquedos estragaram-se, os berlindes e as bolas perdi-os,
Mas aqueles sentimentos de felicidade ficaram…
O amor que a minha mãe me dava e ainda dá
E as recordações dos meus avós.


Eduardo, 7º5


A minha infância

Quando era pequeno, aprendi a gatinhar,
Depois a andar.
Quando comecei a andar, aprendi muitas coisas.
Comecei a andar de triciclo.
Mas a bicicleta achei mais divertido.
Depois cresci,
Deixei o meu triciclo,
Mas não parei de brincar.
Com a minha moto de bateria,
Para a rua vou brincar.

José Miguel, 7º5

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